ESCLARECIMENTOS/trocando em miúdos/desenhando pra quem não conseguiu entender/eu juro que é minha última tentativa


por Carolina Stary

– Hoje acontece o Sexto grande ato contra o aumento das passagens! puxado pelo Passe Livre São Paulo, ou seja, o sexto dos grandes atos cuja pauta desde o início é o AUMENTO DA TARIFA puxado por um movimento social autônomo, apartidário, horizontal e independente, que luta por um transporte público de verdade, gratuito para o conjunto da população e fora da iniciativa privada.

– A pauta é a TARIFA porque a pauta desses atos sempre foi pontualmente a TARIFA, logo subentende-se que se você compôs o ato, você quer a revogação do aumento e está ali naquele momento específico reinvindicando especificamente essa pauta. Isso não significa que a tarifa é a única ou a maior das questões a serem discutidas na sua cidade/estado/país/planeta, mas atentemo-nos novamente ao que foi proposto pelo MPL: REVOGAR O AUMENTO DA TARIFA. Pautar um milhão de insatisfações de uma vez só acarreta no esvaziamento político do ato e abre uma brecha enorme pra cooptação desse levante popular.

– Quem está mordido com a coxinização da luta CONTRA O AUMENTO DA TARIFA não está tomando uma postura antidemocrática e impedindo você, coxinha, de manifestar-se contra a corrupção ou por qualquer outra reinvindicação reformista de classe média; quem está mordido com a coxinização está tentanto impedir que o ato CONTRA O AUMENTO DA TARIFA seja sequestrado, reformulado, diluído, morto, enterrado e substituído por um levante popular conservador e reacionário interessado na manutenção da ordem e progresso. Se você se identificou com essa massa de salgadinho que saiu as ruas de São Paulo na última segunda-feira, atenção: um passarinho preto me contou que “revolução da classe média PRA classe média não é revolução – É GOLPE”, 

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“Não é apenas sobre 0,20 centavos. Mas também não é sobre qualquer coisa que todo mundo quiser. Os 0,20 centavos não são pouco: representam um modelo de cidade que a gente quer. Uma cidade menos segregada, menos excludente. Menos desigual. Isso tudo, sim, tem a ver com redução da tarifa. “

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