A importância da luta camponesa e indígena na atual conjuntura: a estratégia da ação direta frente ao reformismo


O levante de junho colocou uma clara oposição aos mega-eventos e, conseqüentemente, aos planos desenvolvimentistas do Estado. Porém, na “gestação” destes conflitos em meados de maio-junho os indígenas também se levantavam em lutas radicalizadas pelo país. Naquele momento duas características estavam evidentes: 1) As lutas que se travavam nas cidades e nos campos expressavam em seus métodos a ação direta e a independência frente aos Partidos e Centrais (ou aprópria omissão e boicote por parte destes últimos); 2) Uma forte repressão policial-militar baixava sobre todas estas lutas, levando inclusive ao assassinato de camaradas indígenas no Mato Grosso do Sul. A polarização social que explodiu em junho não caiu do céu ou das “redes sociais”, ela teve a sua origem na própria dinâmica do conflito de classes em nosso país, conflito esse que parece incompreensível para os reformistas e burocratas sindicais que desde o início os assistiram de seus gabinetes.

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