SURPRESAS INESPERADAS NA EE ANTONIO MANOEL, ZONA SUL DE SÃO PAULO


As aulas foram retomadas ontem, 27 de janeiro e os estudantes se depararam com a obra do “muro da vergonha” concluída.

Os estudantes organizados na comissão propuseram que durante este ano letivo as organizações da região realizassem atividades pedagógicas e informativas com diversos temas, entre eles sobre drogas e opressão na escola.

Primeiro passo que será dado pelos estudantes é a criação do Grêmio Estudantil, que até hoje não tem na escola, por impedimento da diretora. Com o apoio das organizações e de coletivos, os estudantes da Antônio Manoel vem se instruindo acerca das finalidades e como organizar o grêmio, entidade que defenderá os interesses dos estudantes.

Em dezembro a escola, que fica na periferia de São Paulo foi palco de várias manifestações de protestos por parte dos estudantes por conta de um muro que a diretora, Dona Valdete Carvalho fez sem consentimento do conselho e sem avisar a comunidade discente.

Denunciamos aqui pelo blog as várias artimanhas da diretora, que dentre tantas, chegou a ligar nas casas de estudantes contrários ao muro e a sua postura, pedindo para os pais impedirem os filhos a fazer parte das mobilizações. Atitude incompatível com a de uma pedagoga.

Não obstante, a dona Valdete fez promessas durante reunião com os estudantes, Associações, ONGs e movimentos sociais da região, deu sua palavra que o muro não iria ser concluído até que fosse discutido com todos e se fosse deliberado a demolição era o faria. Na segunda reunião com a comissão a diretora faltou, prejudicando assim outras deliberações da primeira reunião.

Aproveitando-se do período de férias escolares, a dona Valdete menosprezou a comunidade do Jd São Luis e concluiu a obra que causou todo o transtorno no fim do ano passado, provando assim, mais uma vez toda denuncia que os estudantes apresentaram: essa direção não tem diálogo com os estudantes, nem com as organizações da sociedade civil e nem com os moradores do Jardim São Luis; é arbitrária e não cumpre com a sua palavra.

Depois, com uma atitude dessas quer questionar alunos da escola que a compara à uma ameba. Perdeu a moral dona Valdete.

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